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Não sei mais conviver com as pessoas. Tenho vivido tão só durante tantos anos. Devo estar acostumado. Dormir 24 horas foi a maneira mais delicada que encontrei de não perturbar o meu próprio equilíbrio. Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em solidão. E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como “eu gosto de você”. —Caio F. Abreu (via incorpora)
Eu era tão independente. Ninguém me machucava. Eu era dona razão, do meu coração, dos meus pensamentos e da minha vida. Não tinha medo, não deixava que ninguém me falasse o que me fazer e, principalmente, não deixava ninguém ver minha fraqueza. Coração blindado. Mas, então, surpresa: eu me apaixonei. Eu calculei errado como ia acontecer, não é como nos filmes. Meu coração, antes protegido, agora está exposto. Adeus ao orgulho, adeus a razão. Não estou mais na defensiva, eu quero que ele chegue perto e me abrace. Quando meu lado mantenha distância foi embora, eu não soube o que fazer. Sem tempo pra despedidas. Meu lado seguro só se foi. Eu fiquei confusa, desnorteada. Eu quebrei com muita facilidade quando vi que não era realmente um amor verdadeiro. Apaixonar-me foi o fim de quem eu era. E eu ainda preferia nunca ter sentindo o que senti por ele. Talvez, tudo o que eu devia ter feito era ter fugido, mas eu deixei que me envolvesse. Eu queria ter sido a senhora protegida, mas eu fui a menininha indefesa para você. E isso me machucou. —Mayara Jardim  (via fraquejou)
Insista em mim, meu bem. Na minha loucura, nas minhas canções desafinadas, nos meus atrasos, nas minhas exigências, nas minha noites mal dormidas e manhãs de mau humor, nos meus almoços queimados, nos meus mistérios, no que não digo e nas minhas dúvidas fora de hora. Insista em mim, não desista de mim. —Camila Costa.   (via awolfinthewild)
Senti pena. Foi isso. Pena. A pior coisa que se pode sentir por alguém. —Tati Bernardi.  (via awolfinthewild)
Ela morreu em 1997. Ataque do coração. Ela era tudo de bom e eu era tudo de ruim, mas aí ela morreu, e eu, não. —O Teorema Katherine.   (via incorpora)
Eu devia sorrir mais, abraçar meus pais, viajar pelo mundo e socializar. Nunca reclamar, só agradecer. —Fácil de falar, difícil de fazer. (via diminuido)
Só não me largue. Não me largue nunca. Não me largue de jeito nenhum. Quando dou um passo pra frente ameaçando de ir embora, dê dois passos e me impeça de ir. —Thiara Macedo (sdpm)
Pensando bem, eu não queria que as coisas fossem tão simples. Se elas fossem simples, eu acabaria me cansando facilmente. Se fossem simples, não teria graça. Afinal, dizem que as coisas mais difíceis são as que mais valem a pena. —Juliana Aquino. (via doistonsdeamor)
A gente fala de amor como se soubesse o que isso significa. Ninguém sabe, meu bem. Amor é meio como a incógnita daquela equação de vestibular que a gente até sabe qual é, mas não consegue produzir o raciocínio correto para achá-la. Amor é meio que adulto que ainda acredita em Papai Noel e recebe presentes todos os anos de alguém que não se sabe quem. Amor é meio que recortar corações de papéis vermelhos e prender na capa do caderno sem ter um nome escrito dentro deles. Amor é meio mistério, meio certeza, meio “eu-não-sei-o-que-estou-fazendo”, meio “vai-ser-você-pra-sempre”. Amor é amor único, amor que se repete, amor que já foi embora e depois voltou, amor que se perdeu de vista e disse Adeus. Amor é tanta coisa e eu nunca consegui entender tanta coisa de uma só vez. —Daniel Bovolento. 
(via relevoar)
Mas tudo bem, você pode ir. Sua vontade nunca foi ficar, se é que você um dia esteve. —Guilherme. (via relevoar)