Nostalgia. Corre em minhas veias da maneira mais intensa e bipolar possível. Momentos em que tudo que eu tenho direito é dormir e recuperar energias perdidas e desperdiçadas em infelicidades. Sim, mais uma madrugada em que meu sono é substituído por palavras nas quais serão perdidas no meio de tantas outras. De um certo modo, estava sonhando. Um sonho tão lindo e real, porém o tempo me fez acordar de tudo aquilo, com o mais cruel despertador da realidade. Desde então, minha vida virou um extremo inferno. Talvez foi um imenso sonho exagerado, fruto da minha imaginação, não sei mais o que era. Pois se aquilo não foi amor, então até agora, fui incapaz de amar, e sinceramente, parece uma incapacidade que será para o meu sempre. Minhas incapacidades são infinitas, e não sei até que ponto isso é ruim, se é que isso fará algum sentido. Fui incapaz de impedir de sentir aquilo, fui incapaz de não deixar me dominar, nem me fazer feliz e sofrer. Fui incapaz de continuar lutando pelo impossível. Desisti. Da forma mais falsa e duvidosa, até para mim, acreditem. E aonde foi todo aquele amor que eu sentia? Não sei o que é amor, mas aquilo que me fez chorar e sorrir secou com o tempo. Levou quase toda minha sensibilidade e o que restou me deixou incapaz de me arrepender.
Se era amor, eu não sei. Mas essa nostalgia me prova que era a maior felicidade que eu sentia e que, sinceramente, eu sinto falta.
(via suicidi0-mental)
(via meufinalfelizpedrolanza)